sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Em evento realizado no Yerba Buena Center (centro de convenções na Califórnia, nos Estados Unidos), a Apple apresentou nesta quarta-feira (12) o iPhone 5, a sexta geração do smartphone da marca. Como novidade, o aparelho terá uma tela maior (4 polegadas) e conexão 4G. É a primeira vez que a companhia aumenta a tela do iPhone, que sempre foi de 3,5 polegadas. No mesmo evento, a empresa também apresentou a nova linha de iPods, que chegará ao mercado americano em outubro.


O novo smartphone da Apple terá o mesmo preço de lançamento do iPhone 4S: US$ 199 (16 GB), US$ 299 (32 GB) e US$ 399 (64 GB) -- o preço dos telefones são atrelados a um contrato com uma operadora. A pré-venda do iPhone 5 começa nesta sexta-feira (14) na loja virtual da Apple. A venda nas lojas começará no dia 21 de setembro em nove países (Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Austrália, Japão, Hong Kong e Singapura).

Durante o lançamento, a empresa afirmou que o iPhone 5 estará disponível em 100 países até dezembro -- o que deve incluir o Brasil no rol dos mercados que receberão o iPhone. No ano passado, a companhia apresentou o iPhone 4S em data semelhante (no mês de setembro) e passou a vender o smartphone em dezembro.

Responsáveis por fotografia de trabalhadores em NY assumem golpe de marketing 80 anos depois


A foto foi tirada em 20 de setembro de 1932, exatos 80 anos atrás. Mas ao contrário do que muitos imaginam, os operários não costumavam fazer um lanchinho, assim, nas alturas todos os dias. A cena foi planejada para parecer algo espontâneo. 
Ken Johnston, historiador e chefe da Cobis Images – empresa que detém os direitos sobre a foto -, disse ao “Independent” que, “Os modelos eram verdadeiros, o cenário também, mas o momento foi encenado e produzido por uma grande equipe. Tudo para promover o Rockfeller Center”. 
A imagem foi publicada pela primeira vez no “New York Herald Tribune” em 2 de outubro do mesmo ano. Quando a construção do Rockfeller Center começou, em maio de 1930, 14 torres estavam no projeto, o maior da construção privada já realizada em tempos modernos. 
Naquela época a cidade (e o país) passava pelos efeitos da grande depressão econômica da década de 1920, e muitos imigrantes estavam desempregados, aceitando qualquer tipo de trabalho, independente da segurança – prova disso é a falta de cintos de segurança a cerca de 250 metros do chão! 
O fotógrafo que recebeu os créditos pela imagem foi Charles C Ebbets, mas o detentor dos direitos acabou afirmando em 2003, que muitos fotógrafos participaram do clique na ocasião. Desta forma, não se sabe ao certo quem apertou o botão da câmera, assim como não se tem  notícia dos nomes exatos dos trabalhadores que aparecem na imagem, sabe-se apenas que, em sua maioria eram imigrantes irlandeses.
Almoço no topo de um arranha-céu”, como foi batizada a imagem, foi feita nos últimos meses da obra e seu negativo é mantido até hoje em um local com temperatura controlada, para que não se estrague e uma das imagens mais reproduzidas em todo mundo se perca com o tempo. Mesmo se tratando de uma cena produzida, ela continua impressionante.